* Convido você a viajar pelas tags "Linguagem", Literatura, Livros... * Navegue também pela tag "Viagem", na qual compartilho aventuras de minha alma viajante e ansiosa por aprendizado de vida.
- The head of the codfish - Os Noruegueses acham engracado saber que, no Brasil, todo mundo pergunta onde esta a cabeca de bacalhau. Eh que o peixe ja chega industrializado no Brasil. Entao, o Osvaldo (lider do grupo de Intercambio Rotary) fotografou essa no mercado de peixe. Mas, na verdade, nao estamos em epoca de bacalhau e nao tem muito por aqui atualmente. Tem mais salmao. Mas eis ai a cabeca de bacalhau, direto from Norway. Erling me contou que eh possivel come-la, que as partes da face do peixe sao gostosas. Algumas pessoas dao para os animais comerem. E o Osvaldo contou uma historia assim: um amigo falava que tinha um carro, um Fusquinha, mas ninguem nunca havia visto o tal carro. Ate que um dia o cara apareceu com o Fusca, que ganhou o apelido de cabeca de bacalhau. E a gente comentou que tem muita coisa cabeca de bacalhau nesse mundo: namorada cabeca de bacalhau, diploma cabeca de bacalhau. Eu conheco ate quem tem carro zero pago com dinheiro cabeca de bacalhau... Para mim, a...
Don’t look up! (Não olhe para cima!) Eu até demorei um pouquinho para ver o filme (os amigos já estavam comentando), repleto de figurões vencedores do Oscar: Leonardo DiCaprio, Meryl Streep, Cate Blanchett, Jennifer Lawrence e mais. O filme é uma sátira a presidentes estadunidenses , Trump em especial, e nele também reconhecemos nossas mazelas. O tema é dos mais atuais: o negacionismo científico com matizes de espetacularização política. Sem falar muito sobre o enredo (que já tem bastante conteúdo na Internet), chamaram-me atenção alguns pontos em especial, pelo olhar da Psicanálise, que tem me acompanhado nos estudos como analista de discurso. A personagem da estudante Kate Dibiasky (Lawrence) , tachada de nervosa, inapropriada ou bipolar, é quem mais demonstra lucidez. É ela quem chama atenção da mídia espetacularizada sobre “nem todo assunto dever ser tratado com leveza” . O debate entre real e simbólico é antigo nas mais diversas teorias, de modo que, às vezes, é necessário...
Uma narrativa instigante sobre nosso passado e uma reflexão perturbadora sobre nosso presente e futuro. Leitura poderosa - ao menos para duvidarmos da "verdade irrefutável" de uma doutrina, qualquer uma delas. Muito cuidado ao ler trechos isolados do livro e citar apenas as partes que interessam. Vale encarar suas 550 páginas e prestar atenção em suas próprias "ordens imaginadas". Uma das leituras experienciadas em 2019. Érika
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